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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Ainda há espaço para a família...


...leve uma criança a um estádio de futebol;

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O craque na berlinda

"FUTEBOL!", gritou o público quando Mônica Bergamo perguntou ao Fenômeno sobre sua vida pessoal. Hoje, na Sabatina da Folha de S. Paulo com o craque, a colunista do jornal quis saber mais detalhes sobre seu episódio com travestis, e se ele se chateara com a abordagem midiática do caso. 

Nenhum ou pouco desconforto, porém, parece ter atingido Ronaldo. "O jornalista que fala mal da minha vida pessoal tem espaço na mídia, mas o que o público quer mesmo ouvir é a minha versão dos fatos. E o importante é que eu me arrependi", disse. 

Entre outras perguntas espinhosas de Bergamo apareceram: "Você se droga, ou já se drogou?" e "Qual é o valor do seu patrimônio?" Suas intervenções foram recebidas com vaias e reclamações da platéia, praticamente unânime em defender o jogador. 

Além do carisma e da boa articulação verbal, outro motivo mencionado pelo próprio Ronaldo explica seu sucesso com o público. "O Brasil é tão carente de heróis que os jogadores de futebol têm que preencher esse vazio", interpretou. Faça o que fizer, o Fenômeno será sempre idolatrado por ter tal profissão.

Mas se é para ser assim, o Brasil não podia pedir herói maior. Como ressaltou Clóvis Rossi, Ronaldo é o "cara que fez mais gols na história das Copas do Mundo", e o único jogador do mundo a fazer 2 gols numa partida de 2x0 numa final da Copa, segundo Juca Kfouri. Desse ídolo o Brasil perdoa tudo. Até a final do campeonato de 98.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O que é que o futebol tem?

“Qual a graça de ver um bando de homens correndo atrás de uma bola?”. A questão levantada geralmente por aqueles que não apreciam o futebol pode até ter um fundinho de verdade. O que tanta gente encontra de interessante em 22 homens correndo atrás de uma bola (e um correndo atrás dos 22), a fim de colocá-la em um retângulo todo amarrado com barbantes? Seria simples a imbecilidade do esporte. Mas não é.


Ele é muito mais que isso. Mais que um jogo, que um esporte. É difícil, diria até impossível, achar algum ramo da vida moderna que não possa ser relacionado com o futebol. Guerra? Antropologia? Economia? Medicina? Culinária? Humor? Por maior que seja a diversidade de temáticas que permeiam a vida humana, pelo menos uma influência, mesmo que em tempos remotos, o futebol exerceu. O mundo é vasto, mas não se esqueça, ele também é uma bola.


E por mais que povos, intelectuais e fidalgos o rejeitem, não tem jeito. O esporte bretão é o mais amado e o que mais provoca amores. Aliás, esporte bretão não, universal. Por mais que os filhos da rainha afirmem a paternidade do futebol por ter organizado regras, todos os cantos do planeta têm seus genes registrados no DNA da bola. Ancestrais chineses, medievais italianos, artistas brasileiros e até mesmo aqueles norte-americanos que carregam bolas ovais com as mãos têm seu espaço na árvore genealógica futebolística.


Qual seria então o elixir do futebol? Qual sua fórmula secreta? Não há. A simplicidade é o que faz o futebol. E numa tentativa de explicar a paixão que provoca, o único motivo que pode se tornar plausível é a sua capacidade de apaixonar. O futebol hipnotiza multidões. Leva pessoas das mais diferentes características a se transfigurarem por conta de um lance. Até um mafioso choraria após uma derrota de seu time. Mesmo um monge tibetano perderia a paciência quando o seu centroavante perdesse aquele gol feito. O maior pessimista do mundo ainda conseguiria enxergar a esperança em uma vitória suada.


E essas pessoas, com reações tão particulares em seus gestos de alegria e angústia, são capazes de se transformar em um único gigante. Um outro jogador mais imprescindível que Pelé, mais espetacular que Maradona e que tem como traço mais marcante a garra e a energia. Camisa 12 eterno, a torcida é sem igual, o atacante mais efetivo da equipe, o marcador mais implacável.


Além de tudo, a torcida é musa inspiradora de todos os jogadores, de craques mundiais a peladeiros da várzea. Quem nunca sonhou em ter seu nome gritado por milhares de fanáticos, balançando as redes em uma final de campeonato? A magia da aclamação é o mecenas da arte do futebol. O drible que deslumbra, o passe milimétrico, o gol impossível. A beleza dos lances em campo se inicia na imaginação dos torcedores e se concretiza nos pés daqueles que se tornam oferenda para agradar os deuses situados na arquibancada. Como recompensa, a glória.


Afinal, o que há mesmo de interessante nos 22 homens que se cansam atrás de uma bola? Nada. A graça está no que algo tão simples e insignificante consegue provocar. Constrói culturas, influencia pensamentos. Fato instigante que fascina, a partir os pés dos jogadores, o coração dos torcedores.

 
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